Dia das Mães, primeiramente o que devo fazer é agradecer a minha mãe Claudia, que sempre foi e sempre será a minha companheira, amiga fiel, leal, e a mãe que eu sempre sonhei. Não poderia reclamar, pois se hoje sou uma mãe super realizada e feliz ao lado da minha pequena é culpa da minha mãe, que sempre me encheu de carinho, amor, parcereia, cumplicidade e respeito.
E asssim ela me faz querer ainda mais repetir a dose da maternidade.
E seria injusta se não citasse as minhas duas avós, Hedy e Terezinha, duas guerreiras, amorosas e cheias de virtudes, dáquelas que só os com experiências de vida sabem dizer.
Feliz dia das mães...
Todo dia é NOSSO DIA!!!
domingo, 10 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
By Martha Medeiros - Jornalista e escritora/ Mulheres - Mães
'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é
possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita,
muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa
profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias,
ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o
cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com
eles, estudo com eles, telefono sempre para minha mãe, procuro minhas
amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a
toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho
meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os
consertos domésticos e ainda faço escova toda semana - e as unhas!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas
coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua
lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e
lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria
modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que
desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e
mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye
vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada,
não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto
por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão
de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente
organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou
pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se
não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem
avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir
e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para
usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos
mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada,
o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você
precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está
precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar
e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco
estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma
vida interessante'.
Martha Medeiros - Jornalista e escritora
possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita,
muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa
profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias,
ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o
cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com
eles, estudo com eles, telefono sempre para minha mãe, procuro minhas
amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a
toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho
meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os
consertos domésticos e ainda faço escova toda semana - e as unhas!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas
coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua
lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e
lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria
modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que
desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e
mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye
vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada,
não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto
por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão
de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente
organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou
pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se
não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem
avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir
e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para
usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos
mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada,
o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você
precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está
precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar
e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco
estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma
vida interessante'.
Martha Medeiros - Jornalista e escritora
quarta-feira, 29 de abril de 2009
A parati véia de guerra
Roubaram a parati, e com ela foi embora todo o lixo que eu esqueci de tirar do lixinho que fica pendurado na marcha, com ela foi a CPU do computador da nossa casa, que tinha todas as nossas fotos, pqp... a mochila de jogo do meu pai, duas amadas bolas de voleibol, foi embora seus arranhões, seus pneus lisos, a pintura queimada, foi embora a "síndrome do carro rico" (seu tanque nunca ficava na reserva), e assim levaram a nossa parati, o cheiro de azedo dos meus dias de treino.
Mas sabe o que não nos levaram, a NÓS, e Graças a Deus estamos todos aqui para contar essa históra, não levaram a nossa memória, as nossas recordações, não levaram a nossa alegria de viver, nem muito menos deixaram rancor em nossos corações, nossa dignidade continua intacta.
E apesar de tentarem abalar a estrutura dessa família, só posso dizer, SINTO MUITO, estamos mais fortalecidos.
Chris Cyrne.
Mas sabe o que não nos levaram, a NÓS, e Graças a Deus estamos todos aqui para contar essa históra, não levaram a nossa memória, as nossas recordações, não levaram a nossa alegria de viver, nem muito menos deixaram rancor em nossos corações, nossa dignidade continua intacta.
E apesar de tentarem abalar a estrutura dessa família, só posso dizer, SINTO MUITO, estamos mais fortalecidos.
Chris Cyrne.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
I'M BACK.

Vida social, eu não nasci, nem muito menos cresci e menos ainda fui educada para ser um ser superficial.
Contudo, os meus dias, quer dizer, aos meus olhos, tudo anda parecendo muito superficial, os risos são artificiais, "ois e olás" artificiais, andares articiais, pernas, bundas, peitos, corpos artificiais. A coisa anda tão artificial que só agora me dou conta que tudo isso com tanta artificialidade e superficialidade antes de ser material e concreta, já fazia parte de almas articiais e superficiais.
Por favor, give me a break!!
Andei com minha língua um pouco presa, travada, e assim até eu estava sendo artificial, não deu mais.
I' m back!
Minha amiga Kiki está certíssima quando diz que as pessoas se incomodam com a felicidade alheia, não tenho dúvidas, e digo mais as pessoas se incomodam com tudo, com sua felicidade, com seu corpo, com seu jeito de falar,com seu trabalho, as pessoas simplesmente são egoístas, egocêntricas e medíocres. Sou abusada sim, e continuarei sendo, mas sou simpática sim, estou aberta a escutar sim, e para apredender isso SEMPRE.
Estou tão orgulhosa de mim, pois estou aprendendo a ser uma pessoa mais receptiva, simpática, estou olhando no horizonte, pois aqueles que andam olhando pra cima vão terminar se cansando e o pescoço não irá aguentar e vão dispencar.
Ah, outro ponto a ser comentado, a distinção, a falta de jogo de cintura e o excesso de olhos interesseiros, afffff, só posso dizer que isso cansa minha beleza, como conseguem num pequeno espaço geográfico serem tantos assim, com características tão duvidosas?!
Conclusão, é claro que tudo isso tem explicação: INSEGURANÇA, BAIXA AUTO-ESTIMA, DESVIO DE CARÁTER, etc...
I'm sorry, eu julgo as pessoas, não sou perfeita, tenho opinião, visão de jogo e volto a lembrar não tenho papas na língua. Eu voltei!
Chris Cyrne
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