Sexta-feira, 26 de Junho de 2009


Nada paga pelas horas matinais dessa sexta-feira, dia 26 de Junho de 2009. Hoje foi o Arraiá da Praça Augusto Leite na Academia da Terceira Idade. As horas que antecederam foi de pura expectativa, e um pouco angustiante... o medo que não saísse como o esperado.

Mas os meus queridos alunos-amigos e companheiros de festa foram essenciais para que tudo ocorresse da melhor forma possível. Foi uma manhã inesquecível, todos fizeram suas ginásticas, dançamos uma quadrilha, dançamos forró ao som de um trio sanfoneiro (diga-se de passagem mto bom), e ainda com um café da manhã junino para confraternizar todos os participante e futuros participantes, e até pessoas que passavem pela praça fizeram parte de toda essa festa.

E tudo isso aconteceu com a força do meu pai, da minha mãe (eterna torcedora), amiga Anne, prof. Gentil e a SEL. Mas se não fosse o tempero de alegria. felicidade, confraternização de todos os presentes nada adiantaria.
Por isso que nada paga esse felicidade que eu vi no rosto estampado de todos os meus alunos super queridos, e novos amigos que estou fazendo.

Super feliz. E com a certeza que isso foi só o começo.

Obg Academia Terceira idade Núcleo Praça Augusto Leite.

Chris Cyrne

Domingo, 21 de Junho de 2009

Felicidade!!!
é um estado de espírito.

Domingo, 10 de Maio de 2009

Dia das Mães

Dia das Mães, primeiramente o que devo fazer é agradecer a minha mãe Claudia, que sempre foi e sempre será a minha companheira, amiga fiel, leal, e a mãe que eu sempre sonhei. Não poderia reclamar, pois se hoje sou uma mãe super realizada e feliz ao lado da minha pequena é culpa da minha mãe, que sempre me encheu de carinho, amor, parcereia, cumplicidade e respeito.
E asssim ela me faz querer ainda mais repetir a dose da maternidade.
E seria injusta se não citasse as minhas duas avós, Hedy e Terezinha, duas guerreiras, amorosas e cheias de virtudes, dáquelas que só os com experiências de vida sabem dizer.

Feliz dia das mães...
Todo dia é NOSSO DIA!!!

Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Auto-crítica.
é isso que eu faço?!?

By Martha Medeiros - Jornalista e escritora/ Mulheres - Mães

'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é
possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita,
muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa
profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias,
ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o
cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com
eles, estudo com eles, telefono sempre para minha mãe, procuro minhas
amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a
toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho
meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os
consertos domésticos e ainda faço escova toda semana - e as unhas!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas
coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua
lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e
lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria
modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que
desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e
mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora.

Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye
vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada,
não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto
por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão
de ser indispensável. É ter tempo.

Tempo para fazer nada.

Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.

Tempo para sumir dois dias com seu amor.

Três dias.

Cinco dias!

Tempo para uma massagem.

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Para engravidar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente
organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou
pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina?

Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se
não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem
avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir
e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para
usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos
mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada,
o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você
precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está
precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar
e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco
estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma
vida interessante'.

Martha Medeiros - Jornalista e escritora

Quarta-feira, 29 de Abril de 2009

A parati véia de guerra

Roubaram a parati, e com ela foi embora todo o lixo que eu esqueci de tirar do lixinho que fica pendurado na marcha, com ela foi a CPU do computador da nossa casa, que tinha todas as nossas fotos, pqp... a mochila de jogo do meu pai, duas amadas bolas de voleibol, foi embora seus arranhões, seus pneus lisos, a pintura queimada, foi embora a "síndrome do carro rico" (seu tanque nunca ficava na reserva), e assim levaram a nossa parati, o cheiro de azedo dos meus dias de treino.
Mas sabe o que não nos levaram, a NÓS, e Graças a Deus estamos todos aqui para contar essa históra, não levaram a nossa memória, as nossas recordações, não levaram a nossa alegria de viver, nem muito menos deixaram rancor em nossos corações, nossa dignidade continua intacta.
E apesar de tentarem abalar a estrutura dessa família, só posso dizer, SINTO MUITO, estamos mais fortalecidos.

Chris Cyrne.

Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

"Posso parecer ser sincero, mas não imparcial."